O “baile” como disputa de territorialidade: o funk como agente do direito à cidade
| dc.contributor.author | Brito, Carla Monize Almeida | |
| dc.date.accessioned | 2026-01-08T11:21:20Z | |
| dc.date.available | 2026-01-08T11:21:20Z | |
| dc.date.issued | 2025 | |
| dc.description.abstract | Este artigo se dispõe a fazer o debate sobre o funk como uma prática cultural que transcende a música e se afirma como forma de resistência social, política e territorial nas periferias urbanas. Visto que ao ocupar ruas, praças e vielas, os bailes constroem identidades juvenis, fortalecem vínculos comunitários e reivindicam o direito à cidade enquanto apropriação simbólica e política do espaço urbano. A análise busca evidenciar a inventividade periférica na criação de sociabilidades, circuitos econômicos próprios e estratégias de autoproteção cultural, mesmo diante de políticas urbanas que reforçam a segregação e criminalizam manifestações culturais. Além disso, o artigo discute como o funk configura-se como fenômeno multifacetado que desafia estigmas, amplia formas de participação cidadã e aponta para a necessidade de políticas públicas que reconheçam e valorizem práticas culturais periféricas | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.fespsp.org.br/handle/123456789/574 | |
| dc.subject | baile funk | |
| dc.subject | território | |
| dc.subject | direito à cidade | |
| dc.title | O “baile” como disputa de territorialidade: o funk como agente do direito à cidade | |
| dc.type | Artigo |